Evaristo Eduardo de Miranda estudou agronomia na França e
tem mestrado e doutorado em Ecologia pela Universidade
de Montpellier. Em seu doutorado pesquisou as relações entre desequilíbrios
ecológicos e agrícolas na região semiárida de Maradi,
no Níger (África), Dessa experiência resultou a obra “A geografia da pele –
um brasileiro imerso na África profunda“. Em 1980, ingressou como
pesquisador na Embrapa Semiárido, em
Petrolina. Implantou e dirigiu três Centros Nacionais de Pesquisa na Embrapa.
Atualmente é o Chefe Geral da Embrapa
Territorial.
Foi professor do Instituto de Botânica da Universidade Federal Rural de
Pernambuco (UFRPE) e do
Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Membro de várias sociedades
científicas, atuou como consultor da ONU na Conferência Mundial sobre Meio
Ambiente, a Rio-92. Com
centenas de artigos
científicos e de divulgação publicados no Brasil e exterior, Evaristo de
Miranda é autor e co-autor em mais de 50
livros em português, inglês, francês, italiano, espanhol e mandarim.
Iniciou sua carreira[1]
como escritor sobre temas de humanidade com a publicação dos livros “Água,
Sopro e Luz” (1995), “Agora e na Hora” (1996), “Corpo Território do Sagrado”
(2000) e “Sábios Fariseus” (2001), traduzidos na Itália e na França. Mais
recentemente publicou “O Íntimo e o Infinito”, “300 razões para batizar”, “Vai
entender esses católicos”, “Bíblia – história, curiosidades e contradições” e
“O Senhor Bom Jesus de Monte Alegre do Sul”. Dentre seus livros da área de
ecologia e agricultura, destacam-se “Tons de Verde: a sustentabilidade da
agricultura no Brasil (2018), “Agropecuária no Brasil – Uma Síntese (2017)”, “Rios do Brasil (2018)”, “Agricultura no Brasil no
Século XXI” (2013), “Caubóis do Pantanal (2013)”, “A Arte do Olhar – Mata
Atlântica (2012)”, “Jaguar” (2010) e “Jardins Botânicos do Brasil” (2009),
“Natureza Brasileira em Detalhe (2006)” e “A Ecologia (1995)”.
Sua produção científica e literária é polivalente, aborda temas como a fauna
selvagem[2]
e doméstica[3][4];
os ecossistemas brasileiros[5][6]
e sua história[7][8];
a cartografia[9]
[10]
e o monitoramento da vegetação[11][12]
e do meio ambiente por satélite[13],
voltados para a gestão territorial da agricultura[14].
Trata também de temas filosóficos [15]
e de espiritualidade[16]
[17].
Por oito anos apresentou um quadro no programa semanal Caminhos da Roça da EPTV-Globo, é comentarista
de agrocultura na Rede Bandeirantes de Rádio e
Televisão, apresenta o programa semanal Brasil Verde sobre a sustentabilidade
da agropecuária no Canal Agro Mais e é comentarista do Jornal da Rede de
Televisão Século XXI. Publica regularmente em jornais e revistas como National Geographic, ECO 21, AgroDBO, Jornal da Universidade,
A Tribuna, Agroanalysis
e O
Estado de S. Paulo[18].