ANIMAIS INTERIORES – NADADORES E RASTEJANTES

Capa - Animais Interiores - Nadadores E Rastejantes

Páginas: 464

ISBN: 8515029669

Edição: 1ª

Lançamento: 2004

Editora: Loyola

 Esta obra ilustrada apresenta a biologia, a simbologia e a ecologia espiritual de cerca de cinqüenta nadadores e rastejantes segundo a Bíblia: baleias, peixes, corais, conchas, esponjas, serpentes, crocodilos, sapos, hipopótamos, peixes-boi, insetos, formigas, lagartas e tantos outros preciosos animais interiores em cada um de nós. Eles penetram na força sagrada dos abismos e revelam seus mistérios.

Nossa animalidade não deve ser esquecida, recusada, extirpada, controlada ou domesticada. Para mística judeu-cristã, nossa animalidade deve ser salva! O relacionamento entre humanidade e animalidade não é antagônico, excludente. Cada pessoa é chamada a conhecer, reconhecer, nomear e levar a termo os animais que a habitam. E caminhar fraternalmente com seus irmãos animais. Como Noé, pode-se nomear e salvar, em nossa arca interior, todos os animais. Nenhum deve ficar de fora, vitimado do dilúvio da inconsciência. Cada um tem seu papel sagrado e revelador da identidade humana.

Cada um desses cinquenta animais, presentes no texto bíblico, são apresentados sucessivamente em sua biologia, etologia, ecologia e em suas relações com os seres humanos. Seus nomes hebraicos são estudados, através de cabala, como energias semânticas em seus diversos valores numéricos e místicos. Desse conjunto de signos e sinais derivam a representações imaginárias na Bíblia e no Oriente Médio desses animais apresentadas sucessivamente, em primeiro lugar como alegorias e fábulas; depois eles são estudados como símbolos, tão presentes na iconografia religiosa do Ocidente e do Oriente; após essa abordagem, cada animal é apresentado e revelado como arquétipo, gravado nas profundezas psicológicas de todos os humanos e, finalmente, como energias viventes, no sentido espiritual e místico, um nível de percepção em que poucos conseguem penetrar.

Quem tiver a curiosidade e o desejo (mais do que coragem) de seguir essa trilha poética de seus animais interiores penetrará numa relação terapêutica, num novo ambiente, numa ecologia espiritual paradisíaca.