SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS


2-1-1873 – 30-9-1897

(7/9/1998)

Evaristo Eduardo de Miranda

PRIMEIRO PERÍODO DE SUA VIDA

(… tudo na terra me sorria.)

Nasceu no dia 2 de janeiro, foi batisada no dia 4.

Por madrinha sua irmã primogênita de 13 anos, Maria e um padrinho de igual idade, Paulo Alberto Boul.

Família de ascendências camponesas e militares

Luís Martin, o pai, era relojoeiro, católico que nunca abria a loja aos domingos. Meditava, lia e praticava jardinagem. Quiz ser monge.

Zélia Guérin, a mãe, inteligente, trabalhava desmedidamente, educação austéra, tendência ao escrúpulo. Cogitara tornar-se religiosa.

Quatro irmãs quando nasceu Teresinha, em Alençon

Uma família de cristãos fervorosos mas não de beatos

Mãe morre em agosto de 1877, de pois de um longo câncer no seio.

O pai com 54 anos, muda-se para Lisieux.

SEGUNDO PERÍODO DE SUA VIDA

(… o mais doloroso dos três.)

Com quatro anos e meio Teresa vive num casúlo.

Paulina sua irmã e segunda mãe entra no Carmelo (espada no coração)

Será o desertoonde Deus quer que ela vá se esconder?

Teresa adoece.

No dia de Pentecostes a Virgem Maria lhe sorri. Terceira mãe.

Maria entra no Carmelo.

Crises de choro. Crises de infância

Conversão completa no Natal de 1886

Pequeno milagre, torrentes de luz, num instante Jesus mudou-lhe o coração

TERCEIRO PERÍODO DE SUA VIDA

(… o mais belo)

Tumulto da cidade não me convém; desejo de morar no campo

Crescimento, potências femininas, graças eucarísticas

Um grande criminoso, Pranzini, seu primeiro filho. Salvar almas.

Combates pelo Carmelo: atravessar chamas, conquistá-lo à ponta de espada

Convencer o pai: o seu Rei lhe fazia uma grande honra

Oposição do superior do Carmelo: só depois dos 21 anos

Encontro com o bispo

Peregrinação a Roma.

Os sacerdotes, homens fracos e frágeis. O Carmelo reza pelos sacerdotes

Encontro com o Papa Leão XIII

Retorno a Lisieux. Luta familiar junto a Igreja.

Natal de 1987. Aprovação do bispo em janeiro de 1988.

Entrada no Carmelo: 15 anos.

Postulante. Benção do pai, dureza do padre (Entoem um Te Deum…).

É para sempre, sempre, que estou aqui

Ambiente jansenista, Deus justiceiro

Costurar roupas.

Nove meses depois toma o hábito. O bispo se engana (Veni creator)

Teresa do Menino Jesus da Sagrada Face. Eterna noviça

Preparar água, cerveja, pão, tocar sinos e ler versículos no coro

Sinais da enfermidade e morte do pai em 1894. Uma trilhazinha toda nova.

Joana d’Arc em 1895. Poemas. Teatro. Viver de amor.

Um irmão sacerdote: Maurice Bellière

Golfadas de sangue. Entrada na noite do nada. Páscoa de 1896.

Eu me vou consumindo em Amor.

Minha vocação é o amor.

Doença, paixão e morte (abril a setembro de 1897)

Em junho a ordem de escrever. Caderninho preto

Para escrever minha vidinha não quebro a cabeça, pesco com linha.

Enfermaria em julho. Publicar os manuscritos?

O meu Céu passar-se-á sobre a terra.

Silêncio, inanição e solidão na enfermaria. Grandes sofrimentos.

Febre, sede, meio pulmão esquerdo. Madre Ines anota seus dizeres.

30 de agosto última visita ao Santíssimo Sacramento

Ela desfolha rosas. Dia 14 desfolha rosas e profetiza.

Fala cada vez menos. Tudo está dito. Falta o ar da terra

Eu não morro, entro na vida.

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